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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

UMA IGREJA FORTE


Texto Atos 11:19-30

Introdução: 
A igreja primitiva é o modelo de como a igreja deve ser.
Seus erros e sucessos, são colocados de forma muito clara em Atos, nas Cartas e em Apocalipse para nós encontrarmos o caminho.

Este texto é uma parte da história do crescimento da igreja.

Uma Igreja Forte é formada de membros qu
e...

1. Olham problemas como OPORTUNIDADES de Crescimento (vs. 19-20)
"Os que tinham sido dispersos por causa da perseguição desencadeada com a morte de Estevão chegaram até a Fenícia, Chipre e Antioquia, anunciando a mensagem apenas aos judeus....Alguns deles, todavia, cipriotas e cireneus, foram a Antioquia e começaram a falar também aos gregos, contando-lhes as boas novas a respeito do Senhor Jesus."

Um evangelismo contextualizado, realizado por pessoas altruístas, positivas, pessoas que tem a capacidade de olhar além dos problemas. Isto chama-se visão.

Os “dispersos” foram anunciando por toda a parte o evangelho. Os de Chipre e de Ciriene, falavam grego e anunciavam Jesus aos gregos.

2. Estão interessados na APROVAÇÃO do Senhor (v. 21)
"A mão do Senhor estava com eles, e muitos creram e se converteram ao Senhor."

"A mão do Senhor estava com eles" - Coisa maravilhosa.

Uma igreja aprovada por Deus. Deus só coloca a sua mão sobre a obra que Ele aprova!

Porque a mão do Senhor estava sobre a igreja, havia...

1. Conversões de vidas (v. 21b.),

2. Visão missionária (v. 22) - "Chegou a notícia destas coisas aos ouvidos da igreja em Jerusalém; e enviaram Barnabé a Antioquia".

Resultado da ação visão missionária: v. 26 - "E durante um ano inteiro reuniram-se naquela igreja e instruíram muita gente; e em Antioquia os discípulos pela primeira vez foram chamados cristãos."

Precisamos é da Unção do Senhor para prosseguirmos nestes dias tão difíceis! Não precisamos da aprovação de outros crentes, o que importante não é o que outros crentes pensam de nós, e sim o que Deus pensa e o que os não crentes pensam.

3. Evidenciam a graça do Senhor através de VIDAS FRUTÍFERAS (v. 23)
"Este, ali chegando e vendo a graça de Deus, ficou alegre e os animou a permanecerem fieis ao Senhor, de todo o coração."

Numa igreja cristã saudável, pequena ou grande, urbana ou rural, rica ou pobre, evidencia-se a graça do Senhor sobre ela através de vidas, de pessoas transformadas e trabalhadoras.

A graça é evidente: Pela alegria e firmeza dos irmãos!

Existem igrejas que quando olhamos apenas vemos coisas ou picuinhas.

Queremos ver a graça de Deus em nossa igreja através de nossas vidas!

4. Buscam uma ESPIRITUALIDADE contagiante(v. 24)
"Ele era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé; e muitas pessoas foram acrescentadas ao Senhor."

Barnabé = Homem íntegro, de bem, homem bom, homem cheio do Espírito Santo, homem de fé, homem de integridade.

Diz o texto, no v. 23 que ele exortava o povo a permanecer no Senhor. Ele era um homem com autoridade, autoridade é formada com duas bases:
1. Unção (Deus),
2. Caráter (Homem),

5. Contribuem FINANCEIRAMENTE para expansão do Reino (v. 29-30)
"Os discípulos, cada um segundo as suas possibilidades, decidiram providenciar ajuda para os irmãos que viviam na Judéia....E o fizeram, enviando suas ofertas aos presbíteros pelas mãos de Barnabé e Saulo."

Cada um que deseja ver o Reino de Deus crescer precisará dar do seu também, enviando sua oferta segundo suas possibilidades.

Uma igreja forte se faz da dependência de Deus como vimos nos textos acima, mas também da nossa liberalidade em contribuir e entregar nossas ofertas de fé e amor!

Conclusão:
Queremos fazer a vontade de Jesus e como Sua igreja, precisa ser o que Ele deseja que sejamos, o modelo foi dado pela igreja em Antioquia (Atos: 11: 19-30).

Uma igreja FORTE vai impactar a cidade! 


Autor Pr Walter Pacheco da Silveira

ESTUDO AS 6 VIRTUDES DO DIÁCONO ESTEVÃO



Estevão é bastante conhecido simplesmente porque foi o primeiro mártir após a ascensão do Senhor Jesus Cristo. Estevão é, com quase certeza, um dos setenta escolhidos e enviados pelo Senhor em Lucas 10:1-10, e que O acompanhou sempre, a partir do batismo de João (Atos 1:21-22). Podemos concluir isso, devido ao fato de ele exercer dons atribuídos exclusivamente aos apóstolos e estes homens (At 6:8).

Por causa da atividade cristã de Estevão havia homens que se colocavam contra ele. Não conseguiam derrotá-lo em nenhum tipo de discussão, pois estava cheio do Espírito Santo e da sabedoria espiritual. Então, contrataram homens perversos e desonestos para dizer mentiras sobre ele, levaram-no perante o conselho e o acusaram de blasfêmia contra Deus e contra Moisés.

Estevão poderia ter ficado muito preocupado em se defender e tentar provar sua inocência, mas tinha outra responsabilidade. Aqui, perante ele, havia centenas de seus compatriotas que haviam pecado contra Deus e precisavam da mensagem da Bíblia. Tal mensagem os enfureceria, mas, mais tarde, levaria muitos para o Senhor.

Estevão optou por não se livrar da culpa mas ser fiel a Deus, falou então sobre os pecados de Israel continuamente pela história. Ele os fez lembrar de como haviam se rebelado contra Moisés, Elias, Jeremias, Isaías. e como tinham matado os profetas de Deus e se voltado para os ídolos.

Eles o odiaram por dizer-lhes a verdade sobre eles. Não parece que as pessoas apreciariam isso? Elas dificilmente apreciariam, e os homens perversos, nunca. Arrastaram Estevão para fora da cidade e o apedrejaram até a morte e, enquanto estava morrendo, orou por seus assassinos. Testemunhou também quevira Jesus de pé à direita do Pai pronto para receber seu espírito.

Eis lá, um jovem consentindo o assassinato de Estevão. Recolheu as capas dos homens que apedrejaram Estevão. O nome desse jovem era Saulo. Mais tardefoi gloriosamente salvo e tornou-se o grande Apóstolo Paulo.

Quem era Estevão?

Estêvão foi um dos sete homens escolhidos pelos discípulos pouco depois da ressurreição de Cristo para cuidar da distribuição da assistência às viúvasda igreja, a fim de que os próprios apóstolos pudessem ficar com o tempo mais livre para as sua tarefas espirituais. Estevão era um desses diáconos e era alguém que se destacava dos demais na fé, na graça, no poder espiritual e na sabedoria.

Ele era alguém que realizava muito mais do que a obra especial que lhe fora designada, pois salientava-se entre os principais na operação de milagres e na pregação do Evangelho. Por causa de todo esse comprometimento com Cristo, logo se tornou alvo dos judeus, que o levaram perante o Sinédrio sob a acusação de blasfêmia (At. 6:9-14).

Ele responde as acusações, fazendo uma rememorização da história de Israel ecom muita intrepidez, faz um ataque aos judeus que se apegavam as tradições de seus pais e que haviam assassinado o Messias prometido (At. 6:15 - 7:53). Isso atraiu contra ele a fúria dos membros do Sinédrio, e, quando Estevão afirmouque Jesus estava de pé à mão direita de Deus, foi agarrado e apedrejado até morrer.

Vejamos seis características que esse servo de Deus possuía:

I. Ele era um servo cheio da Palavra de Deus:

Ele era um profundo conhecedor não só das Escrituras, como também da história do povo de Israel. Na sua defesa ele passa em revista toda a história de Israel. No capítulo 07, do versículo 01 até o 53, ele faz uma retrospectiva sobre o povo de Israel. Em seu discurso, ele não responde diretamente às acusações queencontramos em At. 6:11-14.

A sua defesa apresenta o universalismo do Evangelho que marca o meio termo entre Pedro (que baseou sua pregação aos judeus) e Paulo (que pregou especificamente aos gentios). Alguns argumentos vão irritar profundamente os seus acusadores: Deus não limita seus encontros com os homens/mulheres ao templo de Jerusalém; Ele mostra também que as primeiras e grandes revelações de Deus ocorreram em terras estranhas (Ur, Harã, Egito, Sinai).

Por isso Estevão limita a sua narração da história gloriosa de Israel entre Abraão e Salomão, que construiu o templo; Estevão vai mostrar também que o povo de Israel sempre foi rebelde, rejeitando os profetas e finalmente crucificando o Cristo.

Em toda a sua argumentação, Estevão mostra ser um profundo conhecedor das Escrituras. Alguém que conhecia os grandes feitos de Deus na vida do povo de Israel. Isso lhe trazia autoridade, mas trazia também a fúria daqueles que não conseguiam enxergar o nascimento de um novo jeito de adorar a Deus; De um novo jeito de viver, não mais pela lei, mas pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo, unicamente!

Eu gostaria de convidar você a seguir o exemplo de Estevão, e ser cada vez mais um conhecedor da Palavra de Deus!

II. Ele era um servo cheio do poder do Espírito Santo:

E isso fica bem claro no versículo 55, quando o texto nos diz que ele cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus, e Jesus, que estava a sua direita.

Fica muito claro para todos nós nessa noite, que diante das perseguições, a Trindade Santa sustenta o crente fiel. É nesse momento que o espírito Santo, o nosso consolador, nos auxilia; é nesse momento que o Espírito Santo nos enchecom sua paz; É nesse momento que o Espírito Santo ministra sobre a nossa vida.

Quando mantemos intimidade com a Trindade, temos a oportunidade de sentir o transbordar do Espírito sobre as nossas vidas, nos capacitando para enfrentar as situações mais adversas da nossa vida. É nesse momento também que a glória de Deus se manifesta sobre a nossa vida, trazendo firmeza no testemunhar.

Testemunhamos, declarando que a nossa fé está no nome daquele que todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus, o Cristo, é o Senhor! O mesmo Jesus que de pé, exaltado, abre os céus para receber aquele que fora fiel, se colocando como sua testemunha ou advogado em sua defesa diante do Pai; Para receber aquele que não se omitiu.

Eu gostaria de convidar você a seguir o exemplo de Estevão e ser alguém cheio do poder do Espírito Santo, e realmente fazer diferença na vida das pessoas!

III. Ele era um servo cheio de esperança e amor:

Os versículos 56 e 60 nos dão essa idéia. Primeiramente Estevão era um servo cheio de esperança. Alguém, que no momento mais crucial da sua vida, coloca todas as suas esperanças no seu Senhor. É nesse momento que Estevão vê os céus abertos e o Filho do Homem em pé a destra de Deus. Interessante notarmosque esse título dado a Jesus, como Filho do Homem, por Lucas, só é usado pelo próprio Cristo.

Esperança era a palavra de ordem para Estevão e também para nós nesta noite! Com esperança conseguimos ver os céus abrirem; Conseguimos ver a Jesus e sermos servos comprometidos com a mudança da vida daquelas pessoas queestão vivendo num mundo de trevas.

Quando a esperança toma conta da nossa vida, conseguimos ser bênção paraoutras pessoas; Quando a esperança toma conta de nós, podemos ser uma igrejapara o mundo. Sem esperança não há condições de realizarmos a obra que o próprio Cristo nos confiou. Sem esperança perdemos o gosto pela vida! Porém, se a esperança tomar conta de nós, mudaremos o nosso mundo e assumiremos o papel de comunidade da esperança.

Afinal de contas somos um povo que crê na esperança! O exemplo de Estevãopara nós nesta noite diz respeito a isso. De sermos uma igreja com esperança! De sermos uma igreja que faça diferença nesse mundo tão cheio de desesperança.

Mas Estevão não era cheio somente de esperança, ele era cheio também do amorque havia transformado a sua vida. Ele demonstrou muito amor aos seus opositores, aquelas testemunhas que o levaram ao Sinédrio, e que agora deveriam apedrejá-lo até a morte.

É nesse momento de martírio e sofrimento que Estevão invoca ao seu Senhor e clama para que Jesus receba o seu espírito. Como Jesus, Estevão clama em alta voz: Senhor não lhes impute este pecado! Ele morreu como Cristo, o seu exemplo!

Paulo nos dá uma dica em relação a este tema: "Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três: porém o maior destes é o amor" (I Co 13:13). E o próprio Senhor Jesus nos convida "a amarmos uns aos outros, como ele mesmo nos amou".

Esperança e amor! Eu gostaria mais uma vez de convidar você a seguir o exemplo de Estevão e ser alguém cheio de amor e esperança. E que esse amor e que essa esperança possa inundar o seu coração para que você seja feliz; Para que você seja canal de bênção para aqueles que vivem em desesperança e desamor.

IV . Bastante corajoso

Quando o trabalho de Estêvão ficou conhecido, algumas pessoas se levantaram contra esse servo (leia Atos 6:8-14). Discutiam com ele, mas não conseguiam resistir seu ensinamento. Estêvão pregava a verdade, mas esses homens não tinham a humildade bastante para admitir seus próprios erros. Ao invés de aceitar e apoiar o trabalho desse servo, os homens usaram táticas desonestaspara opô-lo. Subornaram falsas testemunhas para provocar uma reação popular contra Estêvão.

Como vamos ver ainda em nosso estudo, Estêvão não desistiu quando enfrentou esses desafios e as táticas carnais de homens. Ele continuou pregando a mesma mensagem, independente do custo pessoal. Os homens podiam prender e até matar o servo, mas jamais venceriam o Senhor dele.

Do exemplo dele, compreendemos melhor a importância de ser corajosos em manter convicções baseadas na palavra de Deus. Não devemos defender nossas próprias opiniões ou preferências, mas nunca devemos abandonar a verdadepara agradar a homens (Romanos 14:19; Gálatas 1:10-12).

Qualquer pessoa que se mostra fiel no reino de Deus sofrerá perseguição (2 Timóteo 3:12). Não devemos nos estranhar quando homens carnais criticam ou procuram destruir o nosso trabalho. Ao mesmo tempo, não devemos imaginarque estejamos certos somente porque outros nos perseguem. A perseguição, por si só, não prova que alguém esteja servindo ao Senhor.

Falsos professores, também, podem ser rejeitados e maltratados. O único padrãoque podemos usar para avaliar nosso próprio trabalho ou o trabalho de qualquer outro é a palavra revelada por nosso Deus nas Escrituras. É essa palavraque nos julgará (João 12:47-50).

V. Um jovem com convicções fortes

Um jovem chamado Saulo participou quando Estêvão foi morto. Ele mostrou, nos dois capítulos seguintes, que também tinha convicções fortes. Ele opunha tudo que Estêvão defendia, achando que os cristãos realmente mereciam a morte. Não entraremos na história da conversão de Saulo, mas anotaremos um ponto importante. O fato de alguém ser convencido e zeloso não é prova de queesteja certo.

Estêvão e Saulo eram igualmente convictos de suas respectivas doutrinas, mas um dos dois estava totalmente errado. Pela graça de Deus, Saulo não morreu no mesmo dia. Pela longanimidade do Senhor, a ele foi concedido tempo suficientepara aprender a verdade e se arrepender.

VI. UM CRISTÃO PREPARADO

Não fossem as condições espirituais de Estêvão, ele jamais suportaria as afrontas de seus algozes. Devemos dar graças a Deus porque Ele conhece a fragilidade humana, SI 103: 14, e, por isso, dá meios ao cristão para enfrentar as perseguições. Não pense você que ser crente consiste apenas em possuir uma carteira de membro de igreja. Ser cristão é estar preparado para os momentos mais difíceis desta vida.

Por que Estêvão venceu a perseguição?

a) Era cheio Espírito Santo, 6: 3. Sua boa reputação perante a comunidade era resultado das qualidades que possuía. O Espírito Santo capacitou e encorajou Estêvão para enfrentar até mesmo a morte. Veja o que Deus pode fazer em nossas vidas, tomando como exemplo o apóstolo Pedro. Compare o homem tímido que negou a Jesus, Mt 26: 69-75, com o ousado e corajoso Pedro, cheio do Espírito, que enfrentou autoridades, At 4: 20;

b) Era cheio de sabedoria, 6: 3, 10. Estêvão era um homem sábio na exposição da Palavra. Não se trata de uma sabedoria humana, mas da sabedoriaque vem de Deus para ensinar as verdades do Evangelho. Deus concede sabe¬doria, mas usa o conhecimento da Palavra que se adquire pelo estudo e pelo esforço pessoal. Na hora da pregação ou de precisar defender a fé, essa sabedoria é a arma de que o cristão dispõe;

c) Era cheio de graça e poder, 6: 8. Por ser um homem de fé, sinais e maravilhas aconteciam através de sua vida. Quando todos se levantaram contra ele com pedras e ameaças, manteve-se firme. Mas por quê? Porque a vitória quevence a perseguição é a fé, I Jo 5: 4 e Ap 2: 10.

Os temas da defesa

A defesa de Estêvão em Atos 7 é uma das mais belas pregações relatadas no livro de Atos. Sua beleza não está em palavras suaves. Estêvão não lisonjeou seus ouvintes, nem contava piadas ou histórias pessoais para os divertir.

A beleza dessa mensagem vem da sua fidelidade à verdade em responder com a verdade às idéias erradas dos ouvintes. Estêvão não ganhou nenhum concurso de pregadores que mais agradam às pessoas, mas ele pregou a palavra habilmente.

Mesmo quando sua vida estava em jogo, Estêvão não perdeu tempo com defesas pessoais. O seu Senhor era muito maior do que o humilde servo, então ele defendeu o evangelho de Jesus. As acusações contra Estêvão atingiram dois pontos doutrinários: a importância do santo lugar (o templo em Jerusalém) e  a posição da lei do Antigo Testamento depois da morte de Jesus.

Em ambos os casos, eles distorceram a mensagem que ele pregou, mas abriram a porta para o evangelista esclarecer a verdade sobre a salvação em Cristo. Além dessas acusações, houve mais uma questão implícita na controvérsia: eles estavam rejeitando um servo escolhido por Deus.

Estêvão, guiado pelo Espírito Santo, tratou desses três temas no desenvolvimento de sua mensagem. Ele mostrou que a comunhão com Deus não dependia de lugar, assim respondendo às acusações sobre o templo. Ao mesmo tempo, ele mostrou que Deus mantinha comunhão com várias pessoas que não guardavam a lei dada aos israelitas no monte Sinai.

Nos exemplos que ele citou, Estêvão mostrou que muitos homens rejeitados pelos homens foram escolhidos por Deus, assim reprovando o tratamento de Jesus e dele mesmo pelo povo de Jerusalém.

Quando o servo de Deus responde às perseguições, ele deve sempre aproveitar a oportunidade para ensinar sobre a palavra de Deus. As perguntas e até as acusações de homens abrem portas para ensinar sobre nosso Senhor e Salvador (1 Pedro 3:13-17).

Os exemplos citados

Na sua defesa, Estêvão seguiu o mesmo princípio que percebemos no trabalho de Jesus, Pedro, Paulo e outros grandes pregadores. Ele começou onde os ouvintes estavam, e procurou trazê-los à verdade. Jesus pregava assim.

Com a samaritana, ele começou com água (João 4:1-30). Com os saduceus, ele trabalhou dentro dos livros que eles reconheciam, os primeiros cinco livros do Velho Testamento (veja, por exemplo, Mateus 22:23-33). Pedro começou comprofecias do Velho Testamento (Atos 2:16) e com Abraão, Isaque e Jacó (Atos 3:13).

Filipe começou com Isaías, onde o eunuco estava lendo (Atos 8:35). Paulo começou com as imagens dos atenienses (Atos 17:22-23). Semelhantemente, Estêvão pregou aos judeus (pessoas que seguiam a lei dada no monte Sinai) usando diversos personagens do Antigo Testamento. Cada exemplo serviu parareforçar seus temas principais.

Uma vez que Estêvão citou todos esses exemplos históricos, a conclusão foióbvia. Da mesma forma que outros servos escolhidos por Deus foram rejeitados no passado, os judeus em Jerusalém haviam rejeitado Jesus.

Na conclusão da defesa, Estêvão não procurou se justificar, nem tentou agradar aos ouvintes. Ele falou a verdade, custa o que custar: "Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvidos, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim como fizeram vossos pais, também vós o fazeis.

Qual dos profetas vossos pais não perseguiram? Eles mataram os queanteriormente anunciavam a vinda do Justo, do qual vós agora vos tornastes traidores e assassinos, vós que recebestes a lei por ministério de anjos e não a guardastes" (Atos 7:51-53). Como o Senhor morreu, o servo também chegou aofim da vida aqui. Estêvão foi apedrejado.

O exemplo de Estêvão nos desafia ainda hoje. Numa época que até muitos cristãos fogem de qualquer crítica, a coragem de Estêvão serve para nos encorajar. Quando temos convicção da verdade, devemos falar e defender o nome do nosso Senhor.

O CRISTÃO E SUA COROA

Afirmar que a perseguição e o sofrimento por causa do evangelho são motivo de alegria e de glória para o cristão (veja I Pedro 4: 13-16) parece ser uma mensagemque não encoraja a ninguém. Mas é isso que vemos na vida de Estêvão e de todos os homens que entregaram suas vidas por amor a Jesus. Fizeram isso comalegria, apesar da dor. Há uma coroa de glória para aquele que perseverar até ofim, Mt 24: 13. Estêvão recebeu o seu prêmio, At 7: 56.

a) Estêvão confessa a Jesus, At 7: 54. Mesmo diante de uma atitude de revolta e agressão, Estêvão teve forças para dizer: "Senhor, lhes imputes este pecado", v. 60. Ele estava confessando Jesus diante dos homens, Mt 10: 32 e Mc 8: 38;

b) Jesus recebe-o diante do Pai, At 7: 56. Ao partir para a eternidade, Estêvão exclama: "Eis que vejo os céus abertos e o Filho do homem, em pé à destra de Deus". Jesus dá as boas-vindas ao primeiro mártir da história do Cristianismo, que morria por amor a Ele.

CHAMADO À PERSEGUIÇÃO

Depois da morte de Estêvão, desencadeou-se uma gran¬de perseguição contra aigreja. Quem seria o próximo a morrer por amor a Jesus? Naqueles dias, homens e mulheres eram presos e açoitados, e muitos foram mortos, At 8: 2; 22: 19, 20; 26: 10, 11. Era o início de uma perseguição que atravessaria os séculos e chegaria até nossos dias. Deus usou a perseguição daqueles dias para dar impulso à obra missionária, 8: 4. A igreja precisa conhecer, pelo menos, três grandes verdades a respeito da perseguição:

a) Designados para a perseguição, I Ts 3: 3. tribulação, perseguição e aflição são fatos que fazem parte da vida cristã. Deus não nos chamou para uma vida de mar de rosas, mas para sofrermos o restante das aflições de Cristo, Cl 1: 24.

b) Os bem-aventurados. Em Mateus 5: 1-12 encontramos a lista dos bem-aventurados. No verso 10, Jesus promete o Reino dos céus àqueles que forem perseguidos por causa da justiça, Mt 6: 33. Nessa palavra está implícita a glória do cristão que é a sua coroa, Tg 1: 12, Ap 2: 10, 3: 11 eIITm4: 8;

c) O preço de uma vida piedosa, II Tm 3: 12. Quanto mais o cristão procura santificar-se, pregar a Palavra, orar, jejuar, contribuir com a obra Senhor, pareceque as lutas mais aumentam. Uma vida piedosa e consagrada a Deus tem como preço as perseguições, problemas e dissabores.

Temos poucas informações sobre a vida de Estêvão. Um homem bom e dedicado perdeu a sua vida por causa do evangelho. Mas desse pequeno relato, podemos aprender muito. Considere estas lições da vida e da morte de Estêvão: Deus sempre é o mesmo. Deus sempre quer a fé obediente. Homens maus rejeitam Deus e seus servos. Devemos pregar Jesus crucificado (1 Coríntios 2:2).  Devemos pregar o que os ouvintes precisam, não o que eles querem ouvir (2 Timóteo 4:1-5).

Estêvão nos mostra que a palavra de Cristo é mais importante do que a nossa própria vida, ilustrando bem o princípio que Jesus ensinou: "Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa achá-la-á" (Mt 10:39).

A Bíblia nos aconselha à fidelidade até a morte quando então receberemos a coroa da glória. E que o Senhor nos abençoe e nos guarde no seu grandioso amor em nome de Jesus, amém!
|  Autor: Jânio Santos de Oliveira  |  Divulgação: estudosgospel.com.br 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

FINANÇAS PLANEJAMENTO E CONTROLE


FINANÇAS, PLANEJAMENTO E CONTROLE
Texto básico: Provérbios 16.16
Texto devocional: Salmo 49.1-20
Versículo-chave: Provérbios 21.15
“Os planos do diligente tendem à abundância, mas a pressa excessiva, à pobreza”
Alvo da lição:
Conduzir o aluno à prática de princípios bíblicos definidos: planejando bem os seus gastos e evitando dívidas.

Introdução
Quem nunca teve problemas financeiros? Quem nunca passou “aperto” por falta de dinheiro? Quem nunca se preocupou em ganhar dinheiro, pagar dívidas, comprar alguma coisa a mais? Se você puder responder: “Eu”, parabéns? Esses são problemas antigos, pois o ser humano insiste, muitas vezes, em dirigir a sua vida baseando-se em falsos valores e não nos valores de Deus. Há muito tempo a área financeira tem provocado inúmeros problemas:
1. Distanciamento no relacionamento conjugal;
2. Insegurança familiar;
3. Irritação, tensão, saúde afetada;
4. Mau testemunho diante da sociedade, etc.
Isto se agrava mais em nossos dias, marcados pelo consumismo, pelo materialismo, pelo viver na moda, pela procura de status, ou seja: uma vida apoiada sobre falsos valores. Que os princípios que vamos estudar hoje nos orientem na manutenção ou recuperação de uma vida financeira equilibrada!

I. O princípio da honra a Deus (Pv 3.9-10)
Certamente, o equilíbrio e a bênção na vida financeira começam pelo reconhecimento de quem Deus é. Honramos alguém quando tratamos essa pessoa conforme as expectativas dela, fazendo o que ela deseja, como ela quer. A forma como empregamos nosso dinheiro também demonstra a realidade de nosso amor por Deus. Devemos honrar a Deus com aquilo que produzimos, com integridade – “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mc 12.17) e com alegria e gratidão.
II. O princípio da dedicação no trabalho
Há um ditado popular que diz: “O trabalho enobrece o homem”. Certamente, isto exclui atividades ilícitas como tráfico de drogas, prostituição, etc. (Pv 12.12). A maneira bíblica de termos o nosso sustento é trabalhando dignamente (2Ts 3.10-12).
Há duas atitudes em relação ao trabalho (Pv 6.6-11; 12.27).

1. Diligência (Pv 6.6-8)
Este texto nos faa ainda de inteligência, integridade e iniciativa. Estas são as atitudes que Deus valoriza e quer ver reproduzidas em nosso caráter.
As vantagens:
a. Crescimento na carreira profissional, com promoções a cargos melhores (Pv 12.24).
b. Uma pessoa aplicada no seu trabalho, que não vive de sonhos e desejos distantes, alcança satisfação dos seus anseios (Pv 13.4).

2. Preguiça (Pv 6.9-11; 26.13-16; 28.19)
Encontramos algumas pessoas com tanta indisposição que nos fazem lembrar daquele personagem de desenho animado resmungando: “Ó dia, ó vida, ó azar…”. Vivem dando desculpas absurdas (um leão no caminho), não se esforçam (o máximo que fazem é virar-se na cama), e não têm iniciativa (esperam que coloquem comida na sua boca).

As consequências:
a. Para si próprio: passa fome (19.15), sofre a vontade de ter sem nunca conseguir (Pv 13.4; 21.25), perde o que tem (Pv. 10.4; 20.13), está sujeito a trabalhos menos recompensados e que exigem maior esforço físico (Pv 12.24).
b. Para os outros: quem trabalha com o preguiçoso não o suporta, nem mesmo a sua família (Pv 10.5,26).

III. O princípio da integridade e da honestidade (Pv 6.6-8)
Dizem que o autor de Sherlock Holmes, certa ocasião, escreveu um bilhete para oito de seus amigos, e era só uma brincadeira. O bilhete dizia: “Tudo foi descoberto. Fuja rapidamente”. Em menos de vinte e quatro horas, seis deles haviam fugido do país. Se você recebesse um bilhete como esse no seu trabalho, o que faria?
É possível encontrarmos pessoas dispostas a sacrificar coisas importantes como consciência limpa e o bom nome, colocando-se numa condição suspeita e de risco. Isto acontece porque possuem uma perspectiva errada dos valores de Deus (Pv 11.1; 16.11). Alguns fazem uma paráfrase e dizem: “Fé, fé, negócios à parte”. Esta dualidade não é admissível na vida cristã.
Alguém pode contra-argumentar: “Você não conhece a realidade do nosso país… Não sabe quanto é cobrado de imposto… Nem como administrar um trabalhador… Não dá para agir como a Bíblia diz”. Creia que o Deus a quem servimos é verdadeiro, poderoso, e que vale a pena viver dentro da Sua vontade (leia Pv 11.18).

IV. O princípio da adaptação (Pv 21.17; 23.20-21)
É possível que você esteja entre aqueles que nos últimos dois anos continuam ganhando quase a mesma coisa, e se tudo subiu de preço você não pode ter o mesmo padrão de vida. É preciso adaptar-se aos novos tempos rapidamente. Disponha-se a “apertar o cinto”.
1. Confie na provisão de Deus para aquilo que é básico (Pv 10.3; Mt 6.25).
2. Contente-se com o que Deus lhe dá (Pv 30.7-9; Fp 4.11-12; 1Tm 6.7-8).
Caso você não observe isso, correrá o risco de transgredir o próximo princípio.

V. O princípio do não às dívidas (Pv 22.7)
O mercado produz e tenta convencê- lo: “Você tem de comprar. Faça em 12 vezes sem juros. Alguns recebem uma carta dizendo que são clientes preferenciais. E, pior, acreditam mesmo serem preferenciais. É ordem do Senhor não devermos cousa alguma a ninguém, exceto o amor (Rm 13.8). As dívidas desgastam nossas emoções, nosso tempo, nossa família, nossa vida espiritual (cf. 2Rs 4.1-7). Por isso:
Evite financiamentos e empréstimos, especialmente para bens de consumo (Pv 18.9)
Hoje, se você financia um bem em 12 vezes, você paga em média 70% a mais do que ele vale. Em outras palavras, está jogando dinheiro fora. Os financiamentos para compra de imóvel e de bens duráveis devem ser analisados criteriosamente e submetidos a Deus, em oração.

2. Evite cartões de crédito
O pastor batista, Vernie Russel Jr., de Norfolk (EUA), disse que o cristão não pode servir ao Master (Senhor) e ao Mastercard ao mesmo tempo. Cuidado com os seus cartões de crédito (ou de dívida?). Se você não consegue conviver bem com eles, é melhor não tê-los.

VI. O princípio do planejamento (Pv 21.15; Lc 14.28-30)
Se você não planejar o uso do seu dinheiro e gastar conforme seus impulsos, terá problemas. Se estiver endividado, sair dessa situação começa com um bom planejamento. Em seguida, coloque-se diante do Senhor com o propósito de não contrair mais dívidas e ore por isso. Se necessário, procure ajuda do seu pastor ou de sua liderança na execução do seu planejamento.

VII. O princípio do que é necessário
Antes de comprar, faça algumas perguntas a si mesmo.
1. Eu realmente necessito do que estão me oferecendo?
2. O uso justifica a compra?
3. Tenho condições de pagar?
4. Como esse bem me ajuda a cumprir os propósitos de Deus para a minha vida?
5. Se eu não comprar, o propósito Dele estará prejudicado? Não ame e nem valorize as coisas que lhe são oferecidas como necessárias para que você tenha apenas prazer e conforto.
Provérbios para hoje:
Discuta a frase: consumir de propósito ou consumir com propósito?

VIII. O princípio da poupança e do investimento
1. Visando tempos difíceis (Pv 30.25)
2. Para ter o que dar não somente aos seus filhos, mas também aos seus Netos (Pv 13.22; 19.14). Todavia, não guarde mais do que deve.
3. Deus nos administrará a Sua graça com generosidade, à medida que formos generosos (Pv 19.17; 22.9; 28.27; Lc 6.38).
Isso não significa distribuir dinheiro indiscriminadamente, para qualquer um que pede, mas “Informa-se o justo da causa dos pobres” (Pv 29.7).

Conclusão
David Livingstone afirmou: “Não darei valor a qualquer coisa que possua, a não ser à luz do relacionamento com o reino de Deus. Utilizarei tudo o que possuir para promover a glória daquele a quem devo toda a minha esperança no tempo e na eternidade.”
Provérbios para hoje:
Que o Espírito Santo nos oriente pelo labirinto confuso e caótico do nosso mundo, usando a bússola do livro de Provérbios!
Aplicações práticas
1. Faça uma avaliação da sua situação financeira hoje.
2. Verifique como você está ganhando e gastando os seus recursos.
3. Elabore um orçamento, mesmo que seja bem simples.
Autor da lição: Pr. Silas Arbolato da Cunha
Estudo publicado originalmente pela Editora Cristã Evangélica, na revista “Um Guia para Viver Bem”. Usado com permissão.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

LIÇÃO 9 EBD A VOLTA DE JESUS EM GLÓRIA


A volta triunfal de Cristo depois da grande tribulação (Ap 19. 11-15; Zc 14. 2-4);
Socorrer a nação de Israel (Zc 14. 1-4);
Punir os ímpios (Jd 14, 15);
Derrotar as forças do anticristo;
Julgar o anticristo e o falso profeta (Ap 19. 20);
Julgar as nações vivas depois da grande tribulação (Mt25. 31);
Os Judeus aceitando a Jesus em Israel (Ez 36. 24-31; Is 25. 9).
Pelo tópico, não podemos confundir com o arrebatamento da igreja relatado em (I Tess 4: 16), esta descida no contexto que estamos tratando será dada logo após o período sombrio d[a] grande tribulação.
Este evento é conhecido do ponto de vista de teólogos e escatológos como: “a vinda em grande poder e glória”. Agora, isto não significa que na época do arrebatamento da igreja Ele não venha com poder.
O profeta Zacarias faz algumas descrições de alguma coisa que acontecerá no período sombrio da grande tribulação, veja;
a) “Ajuntarei todas as nações…”;
b) “…A cidade será tomada…”;
c) “…As mulheres serão violentadas…” (v. 2).
Todos estes acontecimentos serão impostos pelo anticristo. Logo após estes acontecimentos, o Senhor Jesus sairá e pelejará, atacará aquelas nações (v. 3), que nações? As nações levantadas pelos exércitos do anticristo.
Fica claro que Cristo voltará quando tiver acontecido o subjugo total do anticristo para com a nação de Israel e a cidade de Jerusalém. “…dia da peleja…”. Qual é esta peleja? Esta peleja é objeto de discussão.
Alguns atribuem esta peleja como uma identificação ao episódio do mar vermelho, neste caso relatado em (Ex 14. 14). Veja o texto abaixo;
“O SENHOR pelejará por vós, e vós vos calareis”. ARA
Para uma profunda exposição do evento, tomaremos por base três importantes e profundos textos (Zc 14. 3-5; Mt 24. 27-30; Ap 19. 11-21).
Todas estas passagens são algumas das mais claras de toda a Bíblia.
1. ZACARIAS 14. 3, 4
A mensagem de Zacarias, aqui, inicia-se no versículo primeiro com a seguinte frase “…dia do Senhor…” em hebraico “hw:hyl; aB;-~Ay, yôm ba lai Adonai”.
Justamente uma referência a grande tribulação. Ao que se pode perceber, do ponto de vista escatológico “dia do Senhor”, refere-se a ocasião em que o Soberano
Deus punirá as nações por estas rejeitarem o sacrifício expiatório de Cristo (Jo 3. 16, 17).
* Vejamos abaixo outros acontecimentos nesta descida de Cristo após a grande tribulação. (Não confundir com
a “descida” para o arrebatamento da igreja).
a) Os Judeus perceberão que suas próprias forças serão limitadas (v. 3);
b) Cristo colocará os pés no monte das oliveiras: Isto é possível? Bom, o milagre do
mar vermelho foi possível? Daniel na cova dos leões foi possível? A ressurreição de Cristo
foi possível? Observe a frase “…naquele dia estará…” se assim está escrito, assim eu creio.
  1. c) O monte das oliveiras refere-se ao um monte ao leste da cidade de Jerusalém que de acordo com alguns, tem mais de um KM de comprimento. De acordo com expositores em geografia bíblica, ele era mais alto que o monte do templo. O monte aparece em diversos lugares da Bíblia (2 Sm 15. 30; Ez 11. 23; Lc 19. 29).
O monte estará aberto com atuação direta de Cristo (v. 3), a tradução em português diz “…fendido…”, isto é, dividido! O que fia claro aqui é: que este sentido de divisão do monte indica um sentido de fuga do remanescente salvo ou que será salvo durante o período
d[a] grande tribulação.
O texto diz que metade do monte se abrirá para o sul e a outra metade para o norte, abrindo-se assim, o caminho leste oeste.
d) Depois do tal acontecimento, a Bíblia diz: após pisar no monte um grande “vale muito grande…”. Este com certeza será um grande milagre e todos perceberão o grande milagre dos pés de Cristo. Ambos perceberão o poder e autoridade daquele que acaba de chegar.
PARTE FINAL SOBRE O ARMAGEDOM
O termo em foco “Armagedw,n, armagedôn”. O termo tem um sentido simbólico de um lugar, signifia “megido” ou “montanha”.
A palavra no AT significa lugar de tropas. Também era conhecida como uma cidade de Canaã. Foi conhecida como fortaleza dos Cananeus. Isto está de acordo com
algumas informações históricas.
Este, na grande tribulação será um grande vale
para se dar uma grande batalha.
a) Este evento se dará logo após a grande tribulação;
b) Em (Zc 14. 2) isto se refere à captura de Jerusalém pelo anticristo;
  1. c) O texto deixa claro que Jesus Cristo logo após o subjugo completo da cidade de Jerusalém pelo anticristo;
  2. d) O anticristo se achará totalmente ‘competente’ para
    enfrentar qualquer desafio;
    e) A chegada é identifiada, no monte das oliveiras (v. 4);
    f) Este local, de acordo com a Bíblia, será o mesmo que Ele subiu (At 1. 8);
  3. g) Tal ocorrência se dará no momento em que Cristo
    pisá no monte das oliveiras.
  4. MATEUS 24. 37-40 Relacionada com o contexto estudado, temos também a passagem em foco. Este texto é parte do sermão ministrado por Jesus.
  5. O texto fala dos eventos dos últimos dias. Os mesmos eventos está relacionado até (Mt 24. 1-33), outros evangelistas relatam (Mc 13. 4; Lc 21. 25).
Na própria região já teria acontecido várias batalhas no AT (ver Jz 4. 1; 7. 1).
CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE O EVENTO
BASEADO EM (ZC 14. 1-4)
TEXTO DA BÍBLIA EM PORTUGUÊS DE (ARA)
“Eis que vem o Dia do SENHOR, em que os teus despojos se repartirão no meio de ti.
2 Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a cidade será tomada, e as casas serão saqueadas, e as mulheres, forçadas; metade da cidade sairá para o cativeiro, mas o restante do povo não será expulso da cidade.
3 Então, sairá o SENHOR e pelejará contra essas nações, como pelejou no dia da batalha.
4 Naquele dia, estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; o monte das Oliveiras será fendido pelo meio,
para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade, para o sul”.
  1. APOCALIPSE 19. 11-21
    A terceira grande prova bíblica que deve ser notada é esta em foco. Esta, já contém outras informações que o profeta Zacarias nem Mateus informa algumas coisas.
Alguns eventos são notáveis, isto se localiza logo após os acontecimentos da grande tribulação tratada claramente nos selos, taças e trombetas. (ARA) Apocalipse 19:11
“Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça”.
“…cavalo branco…”. (v. 11).
Não confundir com o cavalo branco do capítulo seis. Naquela ocasião é o anticristo, aqui, se refere ao próprio Cristo. “…fiel e verdadeiro…”. Características de Cristo.
(ARA) Apocalipse 19:12
“Os seus olhos são chama de fogo; na sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão ele mesmo”.
“…olhos como chama de fogo…”. Isto significa o profundo conhecimento de percepção, isto bem agudo. A referência ao “nome” com certeza não revelada ao homem. Não existem nas passagens paralelas pistas sobre qual seja este nome. Nem ao menos desejo especular. Já no (v. 13) a Bíblia diz que a veste de Cristo se encontrava salpicada de sangue, uma referência ao seu próprio ato expiatório ou pelo motivo de uma referência ao sangue derramado no armagedom, apesar de isto não se entender no sentido literal. Neste episódio a igreja e
os anjos estarão juntamente com Cristo. No (v. 14) deixa bem claro esta questão daqueles que o acompanham.
De acordo com outros textos da Bíblia, estes exércitos, formam-se em dois grupos a igreja glorificada que de acordo com (1 Tess 4. 16), a esta altura já terá sido arrebatada, galardoada no Tribunal de Cristo, “casada”, e participada da comemoração da festa das bodas do cordeiro, agora acompanha a Cristo. Outro grupo com certeza se refere aos anjos (Mt 25. 31). Às vezes fio pensando na grande multidão que farão parte deste grande evento. Depois do tal acontecimento o golpe final na batalha relatada no (v. 15). Neste versículo, encontramos claramente com o que Cristo destruirá aqueles rebeldes aliados do anticristo “…espada afida…” esta servirá para ferir o exército do anticristo. Com tantos corpos jogados ao chão (v. 17) ainda no mesmo versículo encontramos aqui a expressão
“ceia do grande Deus”, um profundo antagonismo a outra citação “bodas do cordeiro”.
Os participantes do primeiro evento listado acima serão os exércitos do anticristo composto de iníquos, desviados, em contra partida, participarão no segundo evento listado acima, os santos arrebatados (1 Tess 4. 17; Ap 19. 9).

A REGRA DO AMOR



Texto Mat. 7:12

Mateus (7:12) foi acertadamente chamado a "regra áurea".
Quanta alegria e paz o mundo conheceria se todos pusessem em prática essa regra!

I – A Regra Áurea da Vida.
1. Como tratar os outros. – Mat. 7 :12.
2. O argueiro e a trave. - Mat. 7:1-5.
3. Inescusável julgar os outros. - Rom. 2:1-3.

II – Resignação na Vingança.
1. Odiados pelo mundo. - João 15:18-20.
2. Sofrem injustamente. - I Ped. 2:19-23.
3. Regozijam-se na sorte comum dos cristãos. - II Tim. 3:12; Mat. 5:10-12.


III – Atitude para com os Inimigos.
1. Amai aos vossos inimigos. - Mat. 5:43-48.
2. A outra face. - Luc. 6:27-29.
3. Os filhos do Altíssimo. - Luc. 6:31-35.

IV – Nossa Posição no Juízo.
1. "Com a mesma medida". - Luc. 6:36-38.
2. Trabalho abnegado e o juízo. - Mat. 25:34-46.

3 . Nosso exemplo no sofrimento. - Is. 53:4-5; Heb. 12 : 2-3.

Autor  Prof. D. PEIXOTO DA SILVA
Pastor Evangélico, Professor e Jornalista

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